O fabrico de sabões no Porto teve um grande desenvolvimento
quando, em meados do século XIX, começaram a ser empregues, a par dos métodos
artesanais, até então usados, também, métodos industriais.
À data, surgiria, ainda, a indústria da perfumaria, que dava os primeiros passos e estava, normalmente, associada à indústria de saboaria.
Embora o sabão fosse um produto de consumo diário, o sabonete perfumado permaneceu, porém, como um artigo de luxo, restrito às classes mais altas até aos finais do século.
As unidades industriais deste sector de actividade localizavam-se, principalmente, extra-barreiras, já que, desse modo, era permitida uma fuga ao pagamento de direitos sobre o azeite, que importava em cerca de 300 reis o almude.
As pequenas saboarias dentro das barreiras recorriam, em alternativa, ao uso de óleos coloniais (de palma e outros).
As fábricas eram de pequena escala, no que respeitava ao uso de mão-de-obra e os donos eram, por via de regra, os mestres fabris.
À data, surgiria, ainda, a indústria da perfumaria, que dava os primeiros passos e estava, normalmente, associada à indústria de saboaria.
Embora o sabão fosse um produto de consumo diário, o sabonete perfumado permaneceu, porém, como um artigo de luxo, restrito às classes mais altas até aos finais do século.
As unidades industriais deste sector de actividade localizavam-se, principalmente, extra-barreiras, já que, desse modo, era permitida uma fuga ao pagamento de direitos sobre o azeite, que importava em cerca de 300 reis o almude.
As pequenas saboarias dentro das barreiras recorriam, em alternativa, ao uso de óleos coloniais (de palma e outros).
As fábricas eram de pequena escala, no que respeitava ao uso de mão-de-obra e os donos eram, por via de regra, os mestres fabris.
Saboarias citadinas
A cidade foi um centro importante no desenvolvimento da
indústria da saboaria, destacando-se entre todas, a “Claus & Schweder”,
fabricante de sabonetes finos e perfumes, que começou como “Fábrica de Produtos
Químicos”, presume-se, em 1887, na Rua de S. Dinis, próximo do antigo Matadouro,
desconhecendo-se a sua morada exacta.
Da evolução da actividade da “Claus & Schweder” surgiria, mais tarde, a famosa “Ach Brito”, que chegou aos nossos dias.
Pela sua importância, esta unidade industrial merece por si só um destaque individualizado.
Na Rua de S. Dinis, n.º 18, à entrada da Rua da Natária, quase em frente ao antigo Matadouro, tem-se conhecimento do funcionamento de uma saboaria, no local onde se instalou, mais tarde, o Centro de Bem-Estar Infantil e Juvenil do Coração de Jesus, fundado em 1893, sob o nome de Asilo-Colégio do Sagrado Coração de Jesus.
Sobre esta saboaria, praticamente, nada se sabe, apenas que, os portuenses, a ela se referiam como a “Fábrica do Sabão”.
Uma série de saboarias se instalaram e desenvolveram a sua
actividade ocupando o tecido urbano de que se destacam:
“Saboaria do Ameal” de Mesquita & Irmão, na Rua do Ameal, 218, com existência em 1920;
“Saboaria Progresso” de Alexandrino & Guimarães, no Ouro, já existia em 1902;
E, ainda, a “Saboaria do Bolhão”, que chegou até aos nossos dias, e merece uma referência particular.
Saboaria do Bolhão
A Saboaria do Bolhão foi fundada, em 1881, tendo mudado, sucessivamente,
de mãos e, nomeadamente, no início do século XX, já estava nas mãos da família
Martins.
Tendo estado activa durante todo o século XX, em 1975, a Saboaria
do Bolhão estava instalada na Rua Manuel Pinto de Azevedo, n.ºs 507-539, como
"Sociedade de Saboaria do Bolhão, L.da" e, presentemente (2026), tem
a sua fábrica em Varziela, V. do Conde.
Por outro lado, a morada, na Rua do Bonjardim, n.º 566, funcionava como escritório da fábrica, situada na Rua do Bolhão, com a qual comunicava pelas traseiras.
Por sua vez, os respectivos prédios anexos ao escritório foram funcionando como residência dos sucessivos proprietários da unidade industrial.
Desde Março de 2025, estas instalações foram remodeladas e transformadas, passando a ser um hotel – boutique denominado “Torel Saboaria”.
Da evolução da actividade da “Claus & Schweder” surgiria, mais tarde, a famosa “Ach Brito”, que chegou aos nossos dias.
Pela sua importância, esta unidade industrial merece por si só um destaque individualizado.
Na Rua de S. Dinis, n.º 18, à entrada da Rua da Natária, quase em frente ao antigo Matadouro, tem-se conhecimento do funcionamento de uma saboaria, no local onde se instalou, mais tarde, o Centro de Bem-Estar Infantil e Juvenil do Coração de Jesus, fundado em 1893, sob o nome de Asilo-Colégio do Sagrado Coração de Jesus.
Sobre esta saboaria, praticamente, nada se sabe, apenas que, os portuenses, a ela se referiam como a “Fábrica do Sabão”.
Instalações da fábrica de sabão, na Rua S. Dinis
“Saboaria do Ameal” de Mesquita & Irmão, na Rua do Ameal, 218, com existência em 1920;
“Saboaria Progresso” de Alexandrino & Guimarães, no Ouro, já existia em 1902;
E, ainda, a “Saboaria do Bolhão”, que chegou até aos nossos dias, e merece uma referência particular.
Publicidade à Saboaria do Bolhão, no Anuário do Comércio do
Porto (1908)
Por outro lado, a morada, na Rua do Bonjardim, n.º 566, funcionava como escritório da fábrica, situada na Rua do Bolhão, com a qual comunicava pelas traseiras.
Por sua vez, os respectivos prédios anexos ao escritório foram funcionando como residência dos sucessivos proprietários da unidade industrial.
Desde Março de 2025, estas instalações foram remodeladas e transformadas, passando a ser um hotel – boutique denominado “Torel Saboaria”.
Torel Saboaria, na Rua do Bonjardim
Unidades industriais do fabrico de sabões extra-barreiras
“Saboaria da Boa Vista” de João Francisco de Morais, na Rua do Freixo, n.ºs 36 a 40, próximo da Quinta de Vilar d’Allen, com existência em Abril de 1866;
“Saboaria de Faustino José de Macedo e Castro”, na Rua do Freixo, n.º 141, ao Esteiro de Campanhã, com instalações confrontando com um campo de Domingos Madeira e com existência em 1869;
“Saboaria Estrela” de António Ribeiro Borges da Cunha, Rua Pinheiro de Campanhã, com existência em 1887;
“Saboaria e Perfumaria Aurora Limitada”, Rua da Formiga, n.º 24, que já existia, em 1922;
“Saboaria União”, na Rua do Freixo, n.º 850 e que, em 1908, era propriedade de Manoel Tourão e já estava pela Rua do Freixo, n.º 1448, devido a uma restruturação dos números de polícia;
Publicidade à Saboaria União
“Fábrica de Sabões e Sabonetes do Freixo” de Afonso Velado, inaugurada em 1858;
“Saboaria de Almeida & Thomaz Joaquim Dias”, no Esteiro de Campanhã;
“Saboaria A Vapor” do Roriz, no Rego do Lameiro
“Saboaria do Rego do Lameiro”, com existência no Sítio do Rego do Lameiro já, em 1881;
Cortesia de Jorge Fernandes Alves
A “Fábrica de Sabões e Sabonetes do Freixo”, de António Afonso Velado, com uma experiência anterior de 14 anos, no Brasil, começou a produzir no mesmo dia em que foi abolido o monopólio estatal sobre as saboarias, em 1 de Julho 1858.
Em 1866, António Afonso Velado que, mais tarde, será feito Visconde do Freixo, constituirá uma sociedade em comandita denominada “Companhia de Saboaria do Porto”.
A fábrica seria encerrada em 1874.
Na gravura abaixo está representando uma vista do rio Douro e da Quinta e Palácio do Freixo, vendo-se a fábrica de saboaria (à esquerda), os jardins e a fachada sul do palácio.
Reprodução de uma gravura, a partir de fotografia, publicada
no semanário ilustrado Archivo Pittoresco, em 1867“Saboaria de Almeida & Thomaz Joaquim Dias”
Esta saboaria, vizinha da “Fábrica de Sabões e Sabonetes do
Freixo” de Afonso Velado, referida no texto seguinte pelo escritor Júlio César
Machado, que visitou o local em 1861, estaria localizada de acordo com a
narrativa, no Esteiro de Campanhã.
À direita, está representada, possivelmente, a Saboaria de
Almeida & Thomaz Joaquim Dias, no Esteiro de Campanhã
“Saboaria A Vapor” do Roriz, no Rego Lameiro
Localizava-se esta saboaria em terrenos da Quinta do Roriz e
era pertença do Barão de Nova Sintra.
Após a sua morte, em Junho de 1870, a propriedade foi posta à venda, tendo sido adquirida, pelo banqueiro José Inácio Ferreira Roriz, que nela instalou duas fábricas, uma Fábrica de Moagem e a uma Fábrica de Sabão, de que se mostra abaixo um anúncio publicitário do “Jornal do Porto”.
O banqueiro, cujo estabelecimento bancário funcionava na Rua das Flores, faliu estrondosamente em 1876.
Os seus bens foram leiloados e a Quinta de Roriz, depois de ter passado por vários proprietários, foi comprada, em Maio de 1904, pela Empresa Cerâmica Portuense, proprietária da Fábrica de Louça de Massarelos, que ali instalou um dos seus núcleos industriais para o fabrico de tubos de grés e de louça sanitária, nas instalações antes ocupadas pela moagem e saboaria do Roriz.
Após a sua morte, em Junho de 1870, a propriedade foi posta à venda, tendo sido adquirida, pelo banqueiro José Inácio Ferreira Roriz, que nela instalou duas fábricas, uma Fábrica de Moagem e a uma Fábrica de Sabão, de que se mostra abaixo um anúncio publicitário do “Jornal do Porto”.
O banqueiro, cujo estabelecimento bancário funcionava na Rua das Flores, faliu estrondosamente em 1876.
Os seus bens foram leiloados e a Quinta de Roriz, depois de ter passado por vários proprietários, foi comprada, em Maio de 1904, pela Empresa Cerâmica Portuense, proprietária da Fábrica de Louça de Massarelos, que ali instalou um dos seus núcleos industriais para o fabrico de tubos de grés e de louça sanitária, nas instalações antes ocupadas pela moagem e saboaria do Roriz.
Na margem mais distante, após a curva, à esquerda, a
montante da Ponte Maria Pia, inaugurada em 1877, esteve localizada a “Saboaria
do Roriz”
“Sociedade de Saboaria do Rego Lameiro, Limitada”
Em 1881, a Saboaria do Rego Lameiro, localizada no Sítio do Rego do Lameiro, pertencia à firma Martins & Alexandrino, cujos sócios eram Roque Maria Martins e José Cardoso Lima.
Empregava seis homens, orçando o salário em 350 reis diários, em 12 horas de trabalho efectivo.
«O sabão fabricado é todo em barra, não se fazem sabonetes nem espécies finas; o rosa e o azul são tintos raiados, o gordo é amarello, e além d'estas espécies vendem-se, em porções pequenas, os restos do fabrico no estado pastoso, ou sabão mole»
Fonte: j-f.org/monografia
Em 1909, as instalações da Saboaria do Rego Lameiro mudam para a Rua do Freixo nºs 1303, ocupando os antigos armazéns da Real Companhia Velha.
Em 1935, realizam-se sucessivas obras de ampliação e modernização da unidade fabril.
Nos anos 60, esta empresa, cujo sócio maioritário é Cardoso Sampaio Lima, participará na constituição de outras sociedades, mantendo-se sempre no mesmo ramo.
Em 1975, a Sociedade de Saboaria do Rego do Lameiro, na Rua do Freixo, continuava a laborar.
“Saboaria de Monteiro Santos e Companhia”, CUF e Floral
Após o falecimento, em 15 de Outubro de 1882, de António
Afonso Velado, visconde do Freixo, morador, na Rua de Costa Cabral, à data, em
regime de separação judicial de pessoas e bens, de sua antiga esposa, Laurinda
Ribeiro Velado, viscondessa do Freixo, o palácio e propriedade anexa foram
vendidos a um súbdito alemão chamado Gustavo Nicolau Alexandre Peters, que, a
poente do majestoso edifício, vai explorar uma destilaria de cereais existente desde 1880 , no
local em que, durante anos, funcionou uma saboaria, encerrada em 1874.
Em 1 de Março de 1890, na sequência de um grande incêndio que devorou a destilaria, foram o palácio e a parte da quinta, a poente do palácio, vendidos a José Maria Rodrigues Formigal que, por aí, vai montar uma fábrica de moagem – “Moagens Invicta-Favorita”.
enquanto a outra parte era adquirida por outros particulares. Mais tarde uma nova sociedade comprou a casa e o terreno por 19 contos ficando o conjunto a pertencer à Companhia de Moagens Harmonia”.
Fonte: j-f.org/monografia
Em 1888, prosseguindo o desmembramento da Quinta do Freixo, Gustavo Nicolau Alexander Peters (falecido em 30 de Novembro de 1905), vende um lote de terreno, para fins industriais, à firma Monteiro, Santos & Companhia, que pretendia montar no local, uma “fábrica de estearina e sabão” .
Passados dois anos, a fábrica é vendida à Companhia Fabril Douro e, mais quatro anos, à Companhia Aliança Fabril.
Aparecerá, assim, a nascente do Palácio do Freixo, a saboaria “Monteiro Santos e Companhia” que, em 1902, será ocupada pela Companhia União Fabril – Freixo (CUF).
O primitivo complexo fabril situava-se junto à estrada N108 e bem próximo da “Moagem Harmonia”, com a qual confinava, na fronteira entre o Porto e Gondomar.
Caracterizava-se pela magnífica chaminé de Lino Soares Guedes, da sociedade Soares Guedes & Cª, da Rua do Sol, uma fábrica de cal, louça e gesso.
“Esta fábrica foi construída em 1888 pela firma Monteiro Santos & Companhia para produção de sabão e velas de estearina, destacando-se deste período de tempo a chaminé de Lino Soares Guedes. Mais tarde, em 1890, foi vendida à Companhia Fabril Douro, que manteve o fabrico de velas. Quatro anos depois é adquirida pela Companhia Alliança Fabril (CAF) que não mantém apenas a produção de estearina como reinicia a produção de sabão, optando por desactivar a fábrica entre 1896/97 para expandir as suas instalações em Lisboa. Em 1902 a Companhia União Fabril (CUF) toma posse da fábrica, reactivando-a em 1911 após uma série de obras e alterações profundas para produzir sabão e óleos vegetais.
Se em 1912 se verificam alguns problemas com a produção de sabão, depressa acabam por ser ultrapassados e a partir desse ano verifica-se um aumento positivo da produção justificando o sucessivo investimento em infraestruturas que são vão verificar ao longo das décadas seguintes, mas as remodelações mais significativas vão-se verificar a partir dos anos 60 do século XX. Um contrato de exploração é firmado entre a CUF e a Floral – Sociedade de Perfumarias e Produtos Químicos em 1967 e em sociedade exploram as instalações fabris do Freixo, pelo que não é por acaso que ainda hoje reconhecemos os logotipos da CUF e da Floral nas ruínas da fábrica. Durante os anos 80 a Floral propõe-se a adquirir a fábrica e a compra é efectuada em 1989 à CUF. Infelizmente, passados poucos anos a fábrica voltou a ser desactivada e foi adquirida pela Câmara Municipal do Porto (…)”.
Cortesia “portosombrio.blogspot.com” (2016)
Em 1 de Março de 1890, na sequência de um grande incêndio que devorou a destilaria, foram o palácio e a parte da quinta, a poente do palácio, vendidos a José Maria Rodrigues Formigal que, por aí, vai montar uma fábrica de moagem – “Moagens Invicta-Favorita”.
enquanto a outra parte era adquirida por outros particulares. Mais tarde uma nova sociedade comprou a casa e o terreno por 19 contos ficando o conjunto a pertencer à Companhia de Moagens Harmonia”.
Fonte: j-f.org/monografia
Em 1888, prosseguindo o desmembramento da Quinta do Freixo, Gustavo Nicolau Alexander Peters (falecido em 30 de Novembro de 1905), vende um lote de terreno, para fins industriais, à firma Monteiro, Santos & Companhia, que pretendia montar no local, uma “fábrica de estearina e sabão” .
Passados dois anos, a fábrica é vendida à Companhia Fabril Douro e, mais quatro anos, à Companhia Aliança Fabril.
Aparecerá, assim, a nascente do Palácio do Freixo, a saboaria “Monteiro Santos e Companhia” que, em 1902, será ocupada pela Companhia União Fabril – Freixo (CUF).
O primitivo complexo fabril situava-se junto à estrada N108 e bem próximo da “Moagem Harmonia”, com a qual confinava, na fronteira entre o Porto e Gondomar.
Caracterizava-se pela magnífica chaminé de Lino Soares Guedes, da sociedade Soares Guedes & Cª, da Rua do Sol, uma fábrica de cal, louça e gesso.
“Esta fábrica foi construída em 1888 pela firma Monteiro Santos & Companhia para produção de sabão e velas de estearina, destacando-se deste período de tempo a chaminé de Lino Soares Guedes. Mais tarde, em 1890, foi vendida à Companhia Fabril Douro, que manteve o fabrico de velas. Quatro anos depois é adquirida pela Companhia Alliança Fabril (CAF) que não mantém apenas a produção de estearina como reinicia a produção de sabão, optando por desactivar a fábrica entre 1896/97 para expandir as suas instalações em Lisboa. Em 1902 a Companhia União Fabril (CUF) toma posse da fábrica, reactivando-a em 1911 após uma série de obras e alterações profundas para produzir sabão e óleos vegetais.
Se em 1912 se verificam alguns problemas com a produção de sabão, depressa acabam por ser ultrapassados e a partir desse ano verifica-se um aumento positivo da produção justificando o sucessivo investimento em infraestruturas que são vão verificar ao longo das décadas seguintes, mas as remodelações mais significativas vão-se verificar a partir dos anos 60 do século XX. Um contrato de exploração é firmado entre a CUF e a Floral – Sociedade de Perfumarias e Produtos Químicos em 1967 e em sociedade exploram as instalações fabris do Freixo, pelo que não é por acaso que ainda hoje reconhecemos os logotipos da CUF e da Floral nas ruínas da fábrica. Durante os anos 80 a Floral propõe-se a adquirir a fábrica e a compra é efectuada em 1989 à CUF. Infelizmente, passados poucos anos a fábrica voltou a ser desactivada e foi adquirida pela Câmara Municipal do Porto (…)”.
Cortesia “portosombrio.blogspot.com” (2016)
À direita, o local de implantação da Saboaria Monteiro
Santos & C.ia, a nascente do Palácio do Freixo, que acabaria na posse da
CUF – Fonte: Planta de Teles Ferreira, em 1892
Instalações da CUF, à margem da EN108 – Cortesia de Raquel
Medina Cabeças, in “A Fábrica do Freixo: os sabões da CUF no Porto”. Lisboa:
Autónoma Edições
Ao centro da foto, já em ruínas, o complexo edificado que já pertenceu
à CUF, visto de sul – Fonte: Google maps












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