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terça-feira, 8 de agosto de 2017

(Continuação 29) - Actualização em 09/02/2018

Rua da Senhora da Luz, Estrada de Carreiros, Molhe de Carreiros e Avenida Brasil



“A ligação entre a Foz do Douro e Matosinhos fazia-se outrora por atalhos e carreiros. Em mapas antigos encontram-se registos de topónimos como “Carreiro d’Ipia”, “Carreiro Mau”, “Carreiro” e “Molhe dos Carreiros”. A estrada para ligar a Foz do Douro a Matosinhos começou a construir-se em 1864, partindo da Luz (Senhora da Luz). Até ao Molhe de Carreiros designou-se como avenida de Carreiros. Mais tarde foi-lhe dado o nome, que ainda permanece na actualidade, de avenida do Brasil. Do Molhe até ao Castelo do Queijo a referida estrada tinha o nome de rua do Castelo do Queijo. Posteriormente, depois de ajardinada e arborizada, passou a designar-se como avenida de Montevideu”.
Com a devida vénia a Agostinho Barbosa Pereira



Antigamente, chegava-se à Estrada de Carreiros tomando a Rua da Senhora da Luz, bem perto da antiga Rua da Praia e do Castelo da Foz, como se pode observar na planta abaixo.
 

 
 
O Castelo da Foz na planta (1:500) de 1892 de Telles Ferreira – Fonte: doportoenaoso.blogspot.pt
 
 
Legenda
17 – Castelo de S. João da Foz
18 – Entrada do Castelo
19 - Esplanada e Hotel Boa-Vista
20 - Entrada da Rua da Senhora da Luz
21 – Sapataria Tito Barbosa
24 – Linha do transporte sobre carris e fosso do Castelo (Em 1945 a linha nº 17 ia da Praça da Batalha à Foz- Passeio Alegre, via Rua Gonçalo Cristóvão)
25 – Alameda na cota superior


 
Sapataria Tito Barbosa – Ed. Foto Guedes
 
 
 

 

O “Pomar da Foz” sucedeu à Sapataria Tito Barbosa, Deposito Officina”, que tinha na fachada um pequeno frontão semicircular, onde se lia “Casa Elegante”, rodeando uma pintura de calçados depois substituída por uma figura feminina. Encimando o frontão esteve ainda colocada uma estatueta.
O Pomar da Foz era uma tasca que na fachada se intitulava Cervejaria, e que também vendia Licores e Vinhos e ainda “Frutas secas e frescas de qualidade”, situava-se na entrada do lado nascente da Rua da Senhora da Luz.
Posteriormente, nos anos 40 do século XX, o Pomar da Foz deu lugar à Adega do Lavrador – “Especializada em Vinhos Verdes e Maduros – Almoços. Jantares”. 
 

 
 
Pomar da Foz – Ed. “A Nossa Foz do Douro”

 
 
Pomar da Foz – Dominguez Alvarez, óleo sobre cartão, 47 x 43 cm, 1930 
 
 
 
Adega do Lavrador – Fonte: doportoenaoso.blogspot.pt


 


Em 1889, abriria na Rua da Senhora da Luz o Café Central.
 
7 de Junho de 1889 – Café Central da Foz, na Rua Senhora da Luz: abriu ontem”.
In jornal “A Democracia”, 8 Junho 1889, p. 3


 
 
 
Rua da Senhora da Luz, c. 1955
 
 
 
Mercearia “O Japão” e Foto Moderna, c.1955, e, mesmo local, em 2022, na Rua da Senhora da Luz





A frente marítima do Porto que foi construída ao longo dos séculos entre dois castelos, prolonga-se hoje pela praia, onde o Parque da Cidade encontra o mar.
O Forte de S. João Baptista, mais conhecido por Castelo da Foz, localizado num ponto estratégico de protecção da entrada da barra do Douro, está situado junto ao primitivo povoado, que hoje dá pelo nome de Foz Velha.
Por sua vez o Forte de S. Francisco Xavier, também conhecido como Castelo do Queijo, corresponde ao remate de toda a frente construída da chamada Foz Nova, já em território da freguesia de Nevogilde e data de cerca 1661.
A Estrada de Carreiros, era uma via de ligação entre a Foz do Douro e Bouças (Matosinhos). 
Foi a partir de 1775 que surgiram as designações de Carreiro d`Ipia, Carreiro Mau ou mais tarde, Estrada de Carreiros e Avenida de Carreiros, devido à sua crescente importância, dado que, foi justamente a abertura da estrada (avenida) em 1864,  que permitiu a construção dos primeiros «chalets» e casas mais importantes. Após a implantação da República, mudaram-lhe o nome para Avenida Brasil e ao prolongamento até ao Castelo do Queijo Avenida de Montevideu, depois de ter sido Rua do Castelo do Queijo.





Carreiros - Ed. A. D. Canedo, Sucessor, Porto



O topónimo carreiros, terá que ver com uns caminhos que existiriam entre as dunas, em tempos primitivos, que serpenteavam pela areia.
O Molhe de Carreiros, começado a pensar em 1825, arrancou em 1838 e seria construído em duas fases. Em 1862, estava construído o paredão mais baixo. Em 1869, começaria a ser construído o molhe alto que ficaria concluído em 1885, permitindo, então, melhorar as condições de descarga de pessoas e bens. Deste sistema faziam parte as correspondentes marcas do alinhamento para entrada no porto de Carreiros, marcas essas, constituídas por duas pequenas pirâmides em pedra, uma colocada nos rochedos e a outra em terra.



Molhe de Carreiros, em 1881, antes do prolongamento



Na foto acima pode ver-se que o prolongamento do molhe ainda não estava feito. Essa obra foi executada entre 1881 e 1885.




Antigo acesso (actual Rua do Molhe) ao molhe de Carreiros já prolongado. À direita, a Fonte do Molhe de Carreiros e, à esquerda, o Posto Fiscal

 
 

Planta do Bairro de Carreiros, em 1891
 
 
Legenda:
 
1. Molhe de Carreiros
2. Capela de nossa Senhora de Lurdes
3. Estrada da Foz
4. Fonte de Carreiros
5. Posto Fiscal
6. Salva-Vidas



Molhe de Carreiros


“Em sessão municipal de 11 de Fevereiro de 1892, resolveu-se proceder, com a possível brevidade, ao alargamento e alinhamento da estrada de Carreiros, na Foz, realizando-se ainda outras obras para o aformoseamento do referido local.”
In "O Primeiro de Janeiro", de 13 de Fevereiro de 1892


Na década de 1920, por aqui se construiu a pérgula e a balaustrada e, entre 1929 e 1930, seria electrificada a zona do Molhe.
O carácter balnear desta zona, será reforçado na década de 30 do séc. XX, altura em que se executam as grandes obras de promoção turística da Foz, com a construção da Praça de Gonçalves Zarco, da esplanada do Molhe e do passeio público das avenidas do Brasil e de Montevideu (esta como continuação na direcção a Matosinhos), incluindo a fonte luminosa e diversos elementos escultóricos.



Avenida de Carreiros, em 1900



Avenida de Carreiros vista de poente - Ed. Inácio Sousa



A meio da foto anterior, ao fundo, está o Farol da Nossa Senhora da Luz.



Mesma perspectiva da foto anterior, estendendo-se mais para a esquerda (norte), destacando-se alguns prédios que resistiram até aos nossos dias. Mais à direita, aquele que ocupou o Bar Bonapart - Fonte: Architectours Porto - Urban Geography





Avenida de Carreiros



Avenida de Carreiros



Avenida de Carreiros - In “portoarc.blogspot”



Ciclista em Carreiros em 1897



O eléctrico em Carreiros em 1900



Carreiros em 1905 - Ed. Estrela Vermelha



Mesma perspectiva da foto anterior onde a balaustrada já foi construída - Fonte: "doportoenaoso.blogspot.pt"


Vista obtida a partir do molhe de Carreiros, antes de 1920




Na foto anterior é possível observar que a Pérgula ainda não foi construída e que em cima da praia no local em que ela iria ser levantada havia uns prédios (em frente ao Palacete do Relógio) que tiveram que ser demolidos.
Entre eles, existia um que estava afecto à guarda-fiscal, outro estava dotado com os meios de socorro – era o Salva-vidas - e, ainda, no acesso ao molhe, existia a denominada Fonte do Molhe de Carreiros, com representação na planta de Teles Ferreira, que a seguir se mostra, em destaque:
 
 
 


 

A norte do Molhe de Carreiros, já construído e representado na planta acima, observa-se a praia da Robaleira.



Avenida de Carreiros antes da construção da Pérgula, já, depois, da demolição de algumas construções abarracadas, que estavam em cima da praia




Avenida Brasil, Praia de Gondarém e Praia do Molhe


O topónimo Avenida Brasil foi atribuído à Estrada de Carreiros, após a implantação da República.
À data, ela vai confluir com a Rua do Castelo do Queijo (Avenida de Montevideu a partir de 1926) e a Rua do Molhe, no local que se pode apreciar na foto seguinte.
 
 
 
 

O carro eléctrico vindo do Castelo do Queijo, pela Avenida de Montevideu (onde se situavam os palacetes), entrando na Avenida Brasil

 
 
Na foto acima, a Rua do Molhe, à direita, faz a separação das avenidas Brasil e de Montevideu. Na esquina mais próxima, divisa-se um portão de acesso a uma vivenda que, em 1919, foi colocada à venda.

 
 

In jornal “O Comércio do Porto” de 18 de Setembro de 1919
 
 
 

Área, em destaque, correspondente à vivenda relacionada com o anúncio anterior – Fonte: Planta de Telles Ferreira de 1892




No percurso correspondente à Avenida Brasil situam-se as praias de Gondarém e do Molhe.


Praia do Molhe - In “portoarc.blogspot”



Na foto acima temos uma vista das praias de Gondarém e do Molhe e ao fundo, à direita, vê-se a casa mais alta onde se guardava o barco salva-vidas.




À direita na Avenida Brasil o prédio icónico “Belo Horizonte”




O prédio emblemático da foto acima, perto da confluência com a Rua do Crasto, pertencia à família Rocha Brito.
Inaugurado em 1946, teve risco do arquitecto Amoroso Lopes (1899-1953) e, durante as primeiras décadas, funcionou como garagem e estação de serviço, no seu piso térreo, parcialmente visível na foto.
Os dois pisos acima funcionavam como salões onde aconteciam festas da burguesia da Foz, que ficaram célebres.
No dia 1 de janeiro de 1949, aí era inaugurado o Salão de Chá do Belo Horizonte que serviu gerações de portuenses.
O edifício acabaria por ser transformado e totalmente remodelado, para albergar uma unidade de restauração, em 2013.

 


Marco de pedra na Avenida Brasil



Marco de pedra no rochedo e molhe ao fundo



A linha de enfiamento entre os dois marcos de pedra das fotos acima, faziam o alinhamento para entrada no porto de Carreiros, se bem que, o colocado sobre os rochedos já não seja o original.



Esplanadas na Avenida Brasil



As esplanadas da foto acima, em frente à Rua do Crasto e que já foi Bar Majestic, também chamado de "Pavilhão" e, que, agora, é uma hamburgueria.



Bar Majestic em 1924 - Ed. André Moura




Avenida Brasil - Fonte: "doportoenaoso.blogspot.pt"



Na foto acima está um carro eléctrico com o respectivo atrelado conhecido por “Fumista”, seguindo-se, ao que parece, um “Belga”.




Busto de Camões de Irene Vilar




A escultura acima é de Irene Vilar e encontra-se, na Avenida Brasil, perto da Praia da Luz.
Aliás, a escultora Irene Vilar teve morada, na Foz do Douro, na Rua Padre Luís Cabral, próximo do Largo de Cimo da Vila e de uma capela do Senhor dos Passos.

 
 

A casa da palmeira foi a de Irene Vilar – Ed. MAC




Casa onde morreu António Nobre na Avenida Brasil nº 531



Praia do Molhe, século XIX – Colecção de Cristina de Azevedo Campos



A foto acima pertença de Cristina Azevedo Campos foi oferecida à Junta de Freguesia de Nevogilde.




Praia de Carreiros



Praia do Molhe - Fonte: "doportoenaoso.blogspot.pt"




Praia do Molhe em 1940



Vista do Molhe de Carreiros para “Esplanada 28 de Maio”




Praia do Molhe com a Pérgula já construída, mas ainda sem a escultura do Salva-vidas



Ao fundo a Pérgula - Fonte: "doportoenaoso.blogspot.pt"




A Flor Granítica (homenagem a Ramalho Ortigão) - Ed. José Magalhães




Homenagem a Ramalho Ortigão



Nas fotos acima pode ver-se a placa de homenagem a Ramalho Ortigão, junto de um rochedo situado junto do molhe de Carreiros e que substituiu um outro entretanto desaparecido do mesmo local há anos. 


“No paredão do quebra-mar sobressai da superfície plana da cantaria uma ponta de rocha negra, áspera, duramente recortada, como uma grande flor granítica. Essa rocha, em que eu me sentei em criança, com o meu chapéu de palha e o meu bibe cheirando ao algodão novo azul e branco da fábrica do Bolhão, reconheci-a com a mesma ternura saudosa com que se torna a ver um velho móvel de família. Boas pedras! Entre tantas coisas que desapareceram, ou que se transformaram, umas para mal outras para pior, vós somente persistis como éreis! Servistes de canapé à minha avó, que muitas vezes me trouxe aqui pela mão, pensativa e triste, porque já a avó dela a trouxera também em pequena a ver o mar, deste mesmo sítio. Há na imutabilidade do vosso aspeto e da vossa forma, ó pedras fiéis, o que quer que seja de amorável e doce, como na constância de uma antiga afeição.”
Fonte: “As Farpas”, Ramalho Ortigão, Julho de 1883



Existe ainda na Rua Coronel Raúl Peres uma placa comemorativa dos 100 anos passados, sobre a morte de Ramalho Ortigão.

segunda-feira, 7 de agosto de 2017

(Continuação 28)


Praias da Foz do Douro e a moda da ida à praia


Com o melhoramento dos transportes de ligação à cidade do Porto, quer por via fluvial, quer por via terrestre, a Foz do Douro transforma-se na primeira estância balnear do Porto, devido à moda dos “banhos” por recomendação médica.



Praia do Ourigo e perspectiva da Rua da Praia em 1900




«No livro "O Porto Há 30 Anos", editado em 1893, o seu autor Alberto Pimentel escreveu, sobre os banhistas que vinham à Foz do Douro, que eram compostos por duas camadas. Os ricos e ilustres (especialmente belas Julietas tripeiras esperadas pelos Romeus) e os rabelos e os pobres. Os primeiros tomavam banho na praia do "Caneiro grande". Na do "Caneiro pequeno", os segundos.
A propósito de entretimentos na Foz, trinta anos antes, referiu: " Dava sobre a praia dos banhos o terraço da Assembleia, cuja principal entrada abria para a rua dos Banhos Quentes. Foi n´essa Assembleia que nasceu a primeira rolêta da Foz. Ha mais de vinte annos, a rolêta era uma innovação recente, que produzia sensação. Alguns pais de familia, que nunca jámais jogaram, iam vêr a rolêta, por simples curiosidade, como se póde ir vêr um monstro, uma fera. Os viciosos tomaram-lhe gosto, e, dentro de pouco tempo, a rolêta popularisou-se, a ponto de começarem a funccionar, além da rolêta aristocratica da Assembleia, varias rolêtas pataqueiras e pelintras. Os puritanos, os caturras da jogatina repelliram a rolêta, e continuaram a frequentar a batota do high-life no Passeio Alegre; os encanzinados no vicio do jogo, ultra-viciosos, frequentavam a rolêta e a batota, - accumulavam."»
In portoarc.blogspot.pt





Rua da Praia em meados do século XX - Ed. “A Nossa Foz do Douro”




Rua da Praia em 1960



O presidente da câmara do Porto, Nuno Pinheiro Torres (de sobretudo), em visita ao arranque das obras da abertura da Rua Coronel Raúl Peres, em 1964



Abertura da Rua Coronel Raúl Peres, antiga Rua da Praia



A Rua Coronel Raúl Peres foi traçada paralelamente ao leito da Rua da Praia, se bem que num plano superior, pelo que, hoje, existem ambas.
Raúl Peres foi presidente da Câmara do Porto de 7 de Julho de 1926 a 28 de Fevereiro de 1930 e a ele se deve a urbanização da Foz e o novo abastecimento de água à cidade.




Mesma perspectiva de foto anterior – Fonte: Google maps



Pela comparação das duas últimas fotos se verifica que o prédio com ameias ainda existe, bem com os outros quatro contíguos a norte.




O prédio acaba de perder as ameias – Fonte: Google maps




Homenagem a Ramalho Ortigão



Na foto acima, na Rua Coronel Raúl Peres, vê-se a placa comemorativa dos 100 anos passados sobre a morte de Ramalho Ortigão.
Nas imediações, em cima da foz do rio Douro erguia-se, desde há anos, o Castelo da Foz.





Castelo da Foz e Farol-capela de S. Miguel-o-Anjo - gravura a água-forte, In, Manoel Marques de Aguilar




No início do século XX o extenso areal em volta da fortaleza – Fonte: “doportoenaoso.blogspot.pt”




Mesma perspectiva de foto anterior – Ed. “doportoenaoso.blogspot.pt”



A Rua de Carreiro na planta de 1892



Partindo da Praia da Caramujeira (identificada com nº3) a que chamam também, Praia de Gondarém, visível na planta acima, em direcção ao farol de Felgueiras, passaremos sucessivamente pela Praia da Luz, Praia dos Ingleses, Praia do Ourigo e Praia do Caneiro e, já dentro do estuário do rio, encontraremos a Praia das Pastoras (com o areal a montante do Molhe de Felgueiras).




Praia das Pastoras




Praia das Pastoras – Ed. Câmara Municipal do Porto



Praia do Caneiro – Fonte: Google maps




Praia do Caneiro – Ed. “feriasportugal.com”



Praia do Ourigo – Fonte: Google maps



Praia do Ourigo, em 1964 - Ed. AHMP





Praia do Ourigo – Ed. “feriasportugal.com”




“No século XVI era costume os romeiros acorrerem à Praia do Ourigo para tomarem o banho santo que servia para afastar medos e curar maleitas como a gaguez, a gota ou a epilepsia. Nesta celebração a S. Bartolomeu adultos e crianças mergulhavam três vezes na água no mar. No último domingo de Agosto, dando corpo a esta tradição, ainda hoje se realiza o cortejo de S. Bartolomeu durante o qual desfilam figurantes vestidos com trajes em papel, de diversas cores. A procissão termina, nesta praia, com um banho coletivo, onde os participantes se juntam com o povo”.
Fonte - site: “cm-porto.pt”




Praia do Ourigo – Ed. C. M. do Porto



Praia dos Ingleses – Fonte: Google maps



Praia dos Ingleses na Foz do Douro



Praia dos Ingleses na Foz do Douro em 1890


Praia dos ingleses e à direita a casa dos banhos quentes - Fonte: "A Nossa Foz do Douro"




Anúncio dos Banhos Quentes do banheiro Claudino - In jornal "O Comércio do Porto", de 2 de Julho de 1882




Lavadeiras junto à Praia dos Ingleses em 1940




Praia da Luz – Fonte: Google maps




Praia da Luz – Ed. “feriasportugal.com”




Praia da Luz vista de Norte em 1920




O “Gilreu” em frente da Praia da Luz - Fonte Google Maps




O Gilreu é um conjunto de rochedos situados em frente à Praia da Luz.




Ao largo o “Gilreu”- Ed. José Magalhães




Gilreu à direita em Junho de 1928 – Fonte: “A Nossa Foz do Douro”




O Carro Eléctrico acima circula pela esquerda.



Praia de Gondarém – Fonte: Google maps



Praia da Caramujeira que agora é Praia de Gondarém